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	<title>Nuestros Buenos Aires</title>
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	<description>A lua-de-mel CDF do casal</description>
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		<title>Pal&#225;cio de Aguas Corrientes</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Oct 2006 18:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será mais um edifício, imponente, histórico, cheio de arte, blá, blá blá? Seria, se não houvesse alguns dados mais interessantes sobre ele. Pra começar, é quase unânime entre os portenhos que é o prédio mais belo dentre todos os sítios históricos bonairenses. E, de fato, é muito belo. Mais curioso, o prédio foi praticamente trazido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será mais um edifício, imponente, histórico, cheio de arte, blá, blá blá? Seria, se não houvesse alguns dados mais interessantes sobre ele.</p>
<p>Pra começar, é quase unânime entre os portenhos que é o prédio mais belo dentre todos os sítios históricos bonairenses. E, de fato, é muito belo.</p>
<p><img height="268" alt="Pal&aacute;cio de &aacute;guas correntes" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/PalciodeAguasCorrientes_C61B/prediodeaguas2%5B4%5D.jpg" width="400"> </p>
<p>Mais curioso, o prédio foi praticamente trazido, peça por peça, da Inglaterra e da Bélgica. Pra exemplificar, são 130 mil ladrilhos esmaltados&nbsp;e 170 mil peças de cerâmica.</p>
<p>Quer mais? O prédio na verdade&nbsp;é uma caixa d&#8217;água. Toda essa beleza cobre o centro reservatório e de distribuição da água de Buenos Aires. Com capacidade total de 72 milhões de litros de água, distrubuídos por três andares de&nbsp;tanques&nbsp;e paredes externas de 1,80m.</p>
<p><img height="300" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/PalciodeAguasCorrientes_C61B/prediodeaguas3.jpg" width="400"></p>
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		<title>La Flor Gigante</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2006 18:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Plaza Naciones Unidas ostenta mais um cartão postal de Buenos Aires, desta vez algo ultra-moderno: a &#8220;Floralis Genérica&#8221;, escultura de 20 metros de altura representando uma flor que abre suas pétalas de dia e fecha de noite. Um parque a mais na cidade, com uma diferença. Desta vez, simplesmente, um extenso gramado. A economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Plaza Naciones Unidas ostenta mais um cartão postal de Buenos Aires, desta vez algo ultra-moderno: a &#8220;Floralis Genérica&#8221;, escultura de 20 metros de altura representando uma flor que abre suas pétalas de dia e fecha de noite.</p>
<p><img height="300" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/LaFlorGigante_DDD3/florgigante.jpg" width="400"/> </p>
<p>Um parque a mais na cidade, com uma diferença. Desta vez, simplesmente, um extenso gramado. A economia de árvores faz com que a flor prenda a atenção de qualquer ponto que se observe, inclusive de longe,&nbsp;da Praça Mitre, no&nbsp;alto da Recoleta, desde o trem de Retiro, passando de táxi.</p>
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		<title>Senhoras e Senhores estamos aqui</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Oct 2006 18:28:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="400" height="300" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/SenhoraseSenhoresestamosaqui_DC3C/miseriasa.jpg" /></p>
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		<title>Caf&#233; Tortoni</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Oct 2006 01:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
				<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Era indispensável visitar, tal qual o tal do Caminito. Programa de turista, coisa comprovada quando o MC do show de tango perguntou se havia algum argentino lá. Ainda que não esteja em seu local original, o Café Tortoni foi fundado em 1858 por um cara francês. Tortoni era um local na França em que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era indispensável visitar, tal qual o tal do Caminito.</p>
<p>Programa de turista, coisa comprovada quando o MC do show de tango perguntou se havia algum argentino lá.</p>
<p><img width="400" height="366" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/CafTortoni_118DD/tortoni65.jpg" /></p>
<p>Ainda que não esteja em seu local original, o Café Tortoni foi fundado em 1858 por um cara francês. Tortoni era um local na França em que a rapaziada cultural da França se reunia naquele século 19.</p>
<p>No térreo, o salão de café, já visitado por Gardel, Borges, Ortega y Gasset, Fangio, Einstein, Arthur Rubinstein. No porão, o palco dos shows de tango e jazz, além de outros eventos culturais.</p>
<p><a target="_new" href="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/CafTortoni_118DD/tortonipano35.jpg"><img width="452" height="178" alt="Palco do porão do Café Tortoni, clique para ampliar" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/CafTortoni_118DD/tortonipano_thumb25.jpg" /></a></p>
<p>O primeiro instante do show me apavorou: uma pantomima representando um bordel portenho, briga de faca e um desfecho burlesco. Depois, tango de fio dental, como uma espécie de Sargentelli portenho, maravilha. Mas depois a coisa virou música e dança e o show fez sentido. Os artistas eram de primeira, as músicas eram os &#8220;super hits&#8221;, e a gente sai de lá querendo aprender a dançar e a tocar, comprar CD e o escambau.</p>
<p><img width="400" height="696" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/CafTortoni_118DD/tortoni176.jpg" /></p>
<p>Não se podia tirar fotos com flash durante o show.</p>
<p>E pra fins documentais, teve também uma amostra interiorana, tambor e boleadeiras. Quebra de ritmo.</p>
<p><img width="400" height="489" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/CafTortoni_118DD/tortoni96.jpg" /></p>
<p>O tango é um fato latino-americano muito ímpar que diz muito da postura geral bonaerense. Dramático, extremo, europeamente elegante e latinamente soberbo.</p>
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		<title>Panor&#226;micas de Col&#244;nia</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2006 00:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou revendo as fotos e notei que faltou ilustrar a uruguaia Colônia. Então lá vão três panorâmicas, &#8220;haga clic&#8221; para ampliar. Um lado visto de dentro do farol (ao fundo o Buquebus atracado), o outro visto de fora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou revendo as fotos e notei que faltou ilustrar a uruguaia Colônia. Então lá vão três panorâmicas, &#8220;haga clic&#8221; para ampliar.</p>
<p><a href="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/PanormicasdeColnia_13274/coloniadentro%5B5%5D.jpg" target="_new" atomicselection="true"><img height="158" alt="Colonia vista do farol, clique para ampliar" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/PanormicasdeColnia_13274/coloniadentro_thumb%5B3%5D.jpg" width="444"/></a> </p>
<p>Um lado visto de dentro do farol (ao fundo o Buquebus atracado), o outro visto de fora.</p>
<p><a href="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/PanormicasdeColnia_13274/coloniafora%5B3%5D.jpg" target="_new" atomicselection="true"><img height="64" alt="Col&ocirc;nia vista do farol, clique para ampliar" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/10/WindowsLiveWriter/PanormicasdeColnia_13274/coloniafora_thumb%5B1%5D.jpg" width="426"/></a></p>
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		<title>Enfim</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 13:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos. Tudo tranquilo na volta, sob o luto do acidente com o avião do dia anterior. Ainda temos algumas coisas a publicar, e também o desejo de contar tudo pessoalmente pra vocês. Entre novos amigos e brindes pela &#8220;unidade Latino-Americana&#8221;, partimos com vários exemplos de que nossas histórias e destinos &#8211; brasileiros e argentinos &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos. Tudo tranquilo na volta, sob o luto do acidente com o avião do dia anterior.</p>
<p>Ainda temos algumas coisas a publicar, e também o desejo de contar tudo pessoalmente pra vocês.</p>
<p>Entre novos amigos e brindes pela &#8220;unidade Latino-Americana&#8221;, partimos com vários exemplos de que nossas histórias e destinos &#8211; brasileiros e argentinos &#8211; são muito semelhantes.</p>
<p>Esperamos voltar.</p>
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		<title>Card&#225;pio</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Sep 2006 12:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
				<category><![CDATA[cozinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Já quase nos vamos embora. Agora já dá pra falar algo geral sobre a culinária porteña. Tivemos a sorte de conversar com um chef da área que confirmou muita coisa que percebíamos. A cozinha argentina é muito simples, nos sabores e nas montagens. É o único país da América Latina que não tem no arroz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já quase nos vamos embora. Agora já dá pra falar algo geral sobre a culinária porteña. Tivemos a sorte de conversar com um chef da área que confirmou muita coisa que percebíamos.</p>
<p>A cozinha argentina é muito simples, nos sabores e nas montagens. É o único país da América Latina que não tem no arroz e em algum tipo de feijão a base da comida cotidiana. É também um país que se diferencia por uma filosofia de não-tempero: os sabores são muito básicos, sal e nada mais, não se refoga praticamente nada. o acompanhamento é baseado na batata: frita, noisette, purê, e assim vai.</p>
<p>O cardápio básico dos cafés é sempre igual: sanduíches, tortas, empanadas, pizzas, massas, grelhados e milanesas. A massa básica vale para as empanadas, pizzas e tortas. E os recheios: presunto e queijo, frango e carne.</p>
<p>Nas carnes grelhadas é difícil errar, qualquer café/restaurante tem bife de chorizo e bom. E para um brasileiro comer algo mais temperadinho, como um salgadinho, sempre vale a empanada.</p>
<p>As pastas também são honestas, feitas artesanalmente. Mas os molhos deixam a desejar na criatividade: molho vermelho, molho branco e (surpresa) molho rosé. Um detalhe: na seção de massas quase sempre tem &#8220;caneloni&#8221;, só que de fato é a nossa panqueca enrolada.</p>
<p>As porções são fartas, normalmente. E pra comer sozinho, pode ser difícil montar uma refeição que não seja monótona. Em dois, vale pedir, por exemplo, um prato de massa e uma carne e dividir.</p>
<p>Buenos Aires tem uma infinidade de cafés/restaurantes, sem muita diferenciação. Interessante é que se pode pedir um café e com ele embaçar na mesa o dia inteiro. É comum, ninguém vai reclamar.</p>
<p>Se você quer tomar um simples cafezinho de balcão, costume de brasileiros pra gastar dez minutos, ou um salgado e uma coca, esquece: é sempre um processo demorado, vai se atrasar.</p>
<p>O atendimento é, via de regra, tosco. Os garçons são impacientes e mal-humorados. Folgamos em saber que não é só com turistas, é geral. O serviço não está incluído, reza a lenda que se deixa 10 a 15 por cento da conta. Mas creio que o hábito geral é deixar umas moedas.</p>
<p>Os líquidos são caríssimos, alcançam facilmente a metade do preço de uma refeição. E o que soa mais bizarro, seja um cafezinho, um refrigerante, uma água, uma cerveja long-neck: tudo o mesmo preço. Nos supermercados, os preços são parecidos com os do Brasil, até um pouco mais baratos. Mas nos cafés, sai de baixo.</p>
<p>Em kioskos, que são como micromercados, é possível comer panchos (cachorro quente) ou choripan baratinhos, com uma coca por uns 3, 4 pesos. Nestes tipos de lugares é comum também haver cabines telefônicas e acesso à Internet.</p>
<p>Os supermercados tem uma grande quantidade comidas prontas, a informação é que o porteño em geral não prepara nada em casa.</p>
<p>Existem também vários outros restaurantes de comida internacional, &#8220;fusion&#8221;, ou &#8220;de autor&#8221;. Esse movimento que também existe no Brasil, de &#8220;gourmets&#8221;, com aqueles pratos que tem sempre uma folhinha e/ou gotinhas por cima. Só que no Brasil esse tipo de restaurante ainda é bem mais caro, aqui rivaliza com a média.</p>
<p>Obviamente, tem os restaurantes caríssimos, mas esses a gente não estava com vontade de conhecer.</p>
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		<title>Feira de Mataderos</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 22:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leticia</dc:creator>
				<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Bueno, fomos à &#8220;Feria de Mataderos&#8221; (é Feria mesmo) com um casal de amigos cicerones. Nas bordas de Buenos Aires, uma hora e pouco de ônibus coletivo. É a região dos matadouros de bois onde há um centro de fomento e preservação da cultura interiorana. Bancas de artesanato, oficinas de música, de tear, música e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bueno, fomos à &#8220;Feria de Mataderos&#8221; (é Feria mesmo) com um casal de amigos cicerones. Nas bordas de Buenos Aires, uma hora e pouco de ônibus coletivo. É a região dos matadouros de bois onde há um centro de fomento e preservação da cultura interiorana. Bancas de artesanato, oficinas de música, de tear, música e dança.</p>
<p><img height="533" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/09/WindowsLiveWriter/FeiradeMataderos_14D17/mataderosdanca8.jpg" width="400"/> </p>
<p>A proporção de turistas diminui bem, o pessoal da área comparece, às vezes totalmente paramentado&nbsp;com bombachas, ponchos, chapéus, facões&nbsp;etc.</p>
<p>Lá comemos &#8220;locro&#8221;, um cozido com milho tipo canjica, favas brancas, carne de porco e frango e dobradinha, além das obrigatórias empanadas, &#8220;choripan&#8221; (chorizo, ou linguiça no pão) e &#8220;vaciopan&#8221;. &#8220;Vacio&#8221; é uma peça próxima das costelas. Tudo farto e muito bom.</p>
<p><img height="233" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/09/WindowsLiveWriter/FeiradeMataderos_14D17/mataderoslocro2.jpg" width="400"/> </p>
<p>A linguiça e o vacio vêm direto da parrilla armada no chão da praça.</p>
<p><img height="290" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/09/WindowsLiveWriter/FeiradeMataderos_14D17/mataderosparrilla.jpg" width="400"/> </p>
<p>Ao final, um teatro da comunidade. A peça era sobre a primeira greve nos matadouros.</p>
<p><img height="304" src="http://bsas.helil.net/wp-content/uploads/2006/09/WindowsLiveWriter/FeiradeMataderos_14D17/mataderosteatro1.jpg" width="400"/></p>
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		<title>M&#250;sica</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 15:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
				<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[A argentina tem muita música. Nos sábados vê-se muita gente caminhando pelas ruas com um violão nas costas. Entre os artistas de rua, muitos músicos. Música brasileira Acho que a música brasileira está aqui como em outros lugares do mundo. Música de elevador por excelência, em versões muzak para clássicos da bossa nova, meio envergonhante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A argentina tem muita música. Nos sábados vê-se muita gente caminhando pelas ruas com um violão nas costas. Entre os artistas de rua, muitos músicos.</p>
<h3><font face="Verdana" color="#b0b0b0">Música brasileira</font></h3>
<p>Acho que a música brasileira está aqui como em outros lugares do mundo. Música de elevador por excelência, em versões muzak para clássicos da bossa nova, meio envergonhante.</p>
<p>Tem também axé music. Em bailes, lojas de CD, restaurantes, pudemos relembrar clássicos, como AAAAAAAAAAli-Babá, além de várias versões (não sei qual a versão, qual a original, mas acho que não importa): &#8220;Para dançar isto aqui é buemba&#8221;, &#8220;mayonesa, ele me bate como mayonesa&#8221;. Nessa classe tem os originais locais, &#8220;El gato volador&#8221; e não sei mais o que. No bailinho que fomos tocou também um samba-enredo, Zeca&nbsp;e uns pagodinhos.</p>
<p>Tem um sujeito no metrô que toca MPB de barzinho, tipo Djavan (mira, Tarsito?).</p>
<h3><font face="Verdana" color="#b0b0b0">Rock</font></h3>
<p>O rock por aqui é a coisa que mais me surpreende. Chegam uns caras perfeitamente trajados, cabelo comprido, camisetas pretas, tatuagens por toda lado, piercings, típica banda de rock pesado. Quando começam a&nbsp;tocar é uma estética tão datada, melosa e anos oitenta. Incrível, os caras de roqueiro tocando um pastiche de Kid Abelha.</p>
<p>Aliás está ocorrendo aqui o Pepsi Music, com Iggy Pop de atração internacional. Antes já teve show do Slayer. Estranho&#8230;</p>
<h3><font face="Verdana" color="#b0b0b0">Tango</font></h3>
<p>O tango é a contribuição da música argentina para o mundo. E grande. Sempre muito legal. O taxista que nos trouxe do aeroporto disse que nenhum argentino gosta mais de tango. Ledo engano. O tango é um gênero complexo e, pelo que percebi, todas as vertentes continuam soando, de Carlos Gardel a Piazzolla. Atualmente se ouve muito pela rua um CD de tango &#8220;tecno&#8221;, batida eletrônica e repetição de uns &#8220;licks&#8221; bem típicos. É interessante.</p>
<p>Aliás, Piazzolla é gênio, gênio. Vamos levando pra casa os CD&#8217;s Libertango e Suíte Troileana.</p>
<p>Re-aliás: a música &#8220;El dia em que me queiras&#8221; é de autoria do Carlos Gardel e de Alfredo Le Pera, nascido no Brasil.</p>
<h3><font face="Verdana" color="#b0b0b0">Folklore</font></h3>
<p>A música regional tem muitas semelhanças com algumas culturas do Brasil. Dá pra lembrar dos sons da Helena Meireles, fronteiras com o Paraguai, além dos elementos gaúchos do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Visitamos a Feira de Mataderos, que terá seu post à parte, e vimos uma apresentação do &#8220;Fuego Índio&#8221;, música regional com toques &#8220;modernos&#8221; de uma guitarra cheia de efeitos. O som está ruim, mas o grupo tem uma página com MP3 pra baixar &#8211; gravação também ao vivo, mas dá pra sentir. Eu gostei.</p>
<p><a href="http://www.fuegoindio.com.ar/" target="_blank">Fuego índio</a>&nbsp;- website</p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/spu0yJSJlhk" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"></embed></p>
<p>Sigo sem entender o rock.</p>
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		<title>Granizo de responsa</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Sep 2006 14:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>helil</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa que chamou a nossa atenção foi ver vários carros salpicados de amassados, teto, capô, como várias marteladinhas na lataria. Depois lembrei de perguntar a uns amigos por aqui: no dia 26 de julho, sem mais aquela, caiu uma chuva de granizo absurda. Encontrei uma matéria de jornal sobre o fato; video e fotos: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa que chamou a nossa atenção foi ver vários carros salpicados de amassados, teto, capô, como várias marteladinhas na lataria.</p>
<p>Depois lembrei de perguntar a uns amigos por aqui: no dia 26 de julho, sem mais aquela, caiu uma chuva de granizo absurda. Encontrei uma matéria de jornal sobre o fato; video e fotos:</p>
<p><a href="http://www.clarin.com/diario/2006/07/26/um/m-01240734.htm">Clarin</a></p>
<p>Prejuízo.</p>
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